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9 de agosto de 2011

E como não há duas sem três...

... cá está mais um "momento La Féria" dos soldados norte-americanos por terras afegãs, ao ritmo de "Don't Stop Believing" da série Glee.

E sim, eles tomam banho aos pares. :-)

8 de agosto de 2011

Ainda não consegui perceber...

...qual é a fixação dos militares norte-americanos com a Britney Spears. Mas prontes!

aqui tinha mostrado o que fazem os US Marines destacados no Afeganistão para passar o tempo livre.
Desta vez deixo-vos com 4 marmanjos (5 com o cameraman) que também ao som da Britoca dão expressão ao talento que lhes corre no corpo.

Uma chamada de atenção especial para os 1:27 (e seguintes) do vídeo onde fica expressa a importância de andar sempre armado quando em território hostil.

29 de julho de 2011

[Posto de Escuta] - Josh Vietti

Gosto destas fusões artísticas, quando por exemplo se alia a musicalidade de um violino ao menos provável dos estilos, a música pop.
Josh Vietti, conhecido como o violinista pop, é um jovem violinista norte-americano com um enorme talento e que transforma desta forma músicas como "Flashing Lights" do Kanye West ou "Forever" do Chris Brown.



[Podem ficar a saber mais sobre este artista aqui
.]

23 de maio de 2011

Se um dia...

...já se questionaram sobre o que fazem os US Marines no Afeganistão para passar o tempo...

23 de dezembro de 2010

Don't Ask, Don't Tell

O Presidente norte-americano assinou o fim da política de “Don’t Ask, Don’t Tell”, que permitia que homossexuais servissem no Exército apenas se não admitisse a sua homossexualidade.

O Presidente disse que estava orgulhoso de assinar uma lei que acaba com uma prática que considera discriminatória e que "fortalece a nossa segurança nacional". A lei espelha "os ideais que os nossos homens e mulheres arriscam a vida para defender", disse ainda Obama, acrescentando que "agora dezenas de milhar de americanos em uniforme não vão ter de viver uma mentira".

A assinatura não faz, no entanto, com que termine imediatamente a política “Don’t Ask, Don’t Tell”: o Pentágono vai ainda certificar, perante o Congresso, que o Exército tem certas condições, como programas de educação e treino para as tropas explica o diário norte-americano "Washington Post". E o Presidente deverá ainda, com o secretário da Defesa, Robert Gates, e com o chefe do Estado Maior Interarmas, o almirante Mike Mullen, “certificar” por escrito que a aplicação das novas regras não comprometerá “o nível de preparação das forças armadas, a coesão das unidades e o recrutamento”. Depois, os regulamentos do Exército terão de ser alterados e será pedido aos chefes das unidades que preparem os militares para as mudanças.

Quando entrar em vigor – e o próprio Presidente Obama avisou que até então mantém-se a velha lei – será a primeira vez que homossexuais podem servir no Exército sem esconder a sua orientação sexual. A cerimónia teve na assistência defensores dos direitos civis e vários membros do Exército que foram exonerados por assumirem a sua homossexualidade.

Os homossexuais não podiam servir no Exército até 1993, quando o então Presidente, Bill Clinton, introduziu a política "Don’t Ask, Don’t Tell", permitindo-lhes alistarem-se desde que mantivessem em segredo a sua orientação sexual.

Ao longo de 17 anos, mais de 13 mil homens e mulheres foram exonerados ao abrigo desta política. Segundo as estatísticas do Departamento da Defesa, 2001 foi o ano em que se verificaram mais expulsões (1227). Os números começaram a diminuir assim que os Estados Unidos invadiram o Afeganistão, no fim desse ano, e em 2009 foram expulsos 428 soldados gay.


in Público

8 de dezembro de 2010

Alien

Na semana passada a NASA anunciou a descoberta de uma bactéria alienígena que consegue sobreviver ao arsénio.
Ei-la.


(clicar na foto para aumentar)

Cartoon de Nate Beeler visto aqui

30 de setembro de 2010

Don't Ask Don't Tell

Na sequência do post anterior, deixo-vos um vídeo do programa "60 Minutes", da cadeia de televisão CBS.
A reportagem é sobre a política "Don't Ask Don't Tell" no Exército Norte-Americano, onde os militares são expulsos por revelarem a sua orientação sexual.
Mas pelo que se pode ver no vídeo nem sempre isso acontece, tal não é a hipocrisia do exército. Não se percebe então o porquê de tantos casos de expulsão semelhantes ao relatado no post anterior.
A reportagem aborda ainda o exército Britânico onde lidam com o "problema" com toda a normalidade (aos 7:50). De facto é interessante (para não dizer ridículo) comparar essas declarações com as do exército norte-americano (aos 4:45).


(Caso não consigam visualizar o vídeo, cliquem para ver a Parte 1 e Parte 2)

29 de setembro de 2010

O militar que escrevia cartas de amor

Escreveu uma carta em português e foi expulso do Exército americano. A missiva continha referências a um amor não consentido pelas políticas militares dos Estados Unidos.



John tinha 21 anos, um uniforme e uma paixão antiga. Em Janeiro de 2002, que é quando se dão os factos que aqui se relatam, prestava serviço em Fort Huachuca, no Arizona. Era um homem bonito, inteligente e com medo. Passara todos os testes de aptidão em línguas estrangeiras e alcançara o nível 4, o mais alto nos parâmetros da instrução militar americana. Falava espanhol com fluência e não se atrapalhava no italiano e no português.

Num dia incerto de Janeiro de 2002, fora do horário de trabalho, decidiu escrever uma carta de amor a outro homem e foi descoberto. Que não tenha utilizado a língua inglesa, mas a portuguesa - que pensava erradamente não poder ser decifrada pelos seus colegas -, foi uma precaução sem efeito. Alguém espreitou a carta, apercebeu-se do conteúdo e fez constar que John era homossexual. Seguiu-se a exoneração.

[...]
John Alexander Nicholson, hoje com 29 anos, passou toda a vida na Costa Leste dos EUA. Nasceu na Carolina do Norte, cresceu na Carolina do Sul, viveu na Florida e assentou praça na Georgia, em Fort Benning, um campo de treino militar estabelecido em 1918. Só depois foi para o Arizona. Actualmente vive em Washington DC. E depois de ter passado alguns meses a viver no Egipto acrescentou o árabe à sua lista de idiomas.

[...]
"Estava a escrever uma longa carta a um rapaz brasileiro com quem eu costumava sair quando vivia em Miami. Tínhamos acabado a relação e não nos falávamos. Escrevi-lhe para esclarecer as coisas e desanuviar o mau ambiente que se tinha criado entre nós", relata. "Havia na carta pormenores sobre os nossos encontros, o que obviamente indicava que sou gay."

Ao escolher o português, fê-lo não só porque o ex-namorado era brasileiro mas porque tinha bem presentes as consequências da política DADT (Don't Ask Don't Tell). "Escreveu em português para evitar que outros militares pudessem ler a carta", diz a sentença. E prossegue: "Apesar de todas as precauções, uma militar avistou a carta enquanto ambos conversavam. Após alguns minutos, Nicholson apercebeu-se de que ela também sabia português e, perante o notório interesse desta, tratou de esconder as várias folhas que tinha escrito."

Após o incidente, alguns camaradas disseram-lhe para ter "mais cuidado" com a exteriorização da sua sexualidade. Preocupado, o militar procurou o sargento da companhia e pediu-lhe ajuda para travar a disseminação do rumor. "Em vez disso, o sargento participou o caso à cadeia de comando", escreve a juíza.

John Nicholson foi chamado por um oficial superior, soube que o seu processo de exoneração estava em curso e recebeu ordens para não revelar as razões do procedimento. Em Março de 2002, já não fazia parte do Exército americano. Juntava-se aos mais de 13 mil militares americanos que entre 1993 e 2009 foram expulsos por causa da sua orientação sexual, regista o "memorandum opinion".

Lido no Público.
Artigo completo aqui

22 de setembro de 2010

Querido, mudei a casa!

Que é como quem diz...a Sala Oval.
Parece que já estou a ver a Senhora Dona Michelle a levantar-se sábado de manhã e a dizer: "Barack filho, vai lá com as miúdas ao centro comercial que isto hoje vai levar um virote". E lá foi, enquanto a Michelle deu um salto ao IKEA e deu um jeito na Sala Oval. :-)

Mais a sério...

Uma das tradições da Casa Branca é mudar a decoração da Sala Oval quando há uma nova administração.
Até há poucos dias Barack Obama manteve a mesma decoração que veio de George W. Bush, mas que por ocasião da transmissão em directo do discurso do Presidente Obama (que anunciou o fim das operações militares no Iraque) foi possível ver a nova decoração.

As fotos são do New York Times, onde podem também ler o artigo.








Interessante é ver também a evolução da Sala Oval em termos de decoração e saber um pouco da sua história.

Aqui podem ser vistos registos mais recentes e aqui a história da Sala Oval desde 1909 até aos dias de hoje.

16 de agosto de 2010

América: de 1939 a 1943

Estas fotografias fazem parte de uma exposição de 2006 intitulada "Bound for Glory: America in Color", que retrata os efeitos da Depressão na América rural e na população das pequenas cidades.
São algumas das únicas fotos a cor que existem desta época, tiradas por funcionários da Administração americana (Farm Security Administration/Office of War Information), que experimentaram na altura, e pela primeira vez, a cor.
As fotografias são propriedade da Library of Congress e podem ser vistas aqui.